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  • Henrique Correia

Trabalhadores da ARM, APRAM E PATRIRAM fora do alargamento do ADSE


Ministra revela decisão em resposta à deputada social democrata Sara Madruga da Costa




Os trabalhadores das empresas públicas madeirense ficam de fora do alargamento do subsistema de saúde ADSE. A ministra da Modernização e da Administração Pública confirmou na Assembleia da República, que o Governo Regional da Madeira pediu a inclusão no alargamento da ADSE dos trabalhadores das empresas públicas regionais e que a opção do Governo da República foi a de não abranger e de não considerar os trabalhadores das empresas públicas “quer sejam, nacionais, regionais ou municipais”.

Esta situação motivou uma reação por parte da deputada eleita pelo PSD-M, Sara Madruga da Costa, lembrando que “há muito que o PSD defende o alargamento da ADSE a todos os trabalhadores da administração pública regional, designadamente aos que sejam titulares de contrato individual de trabalho e é inaceitável que alguns desses trabalhadores fiquem agora excluídos desse alargamento, numa decisão que é injusta e que implicará desigualdades que o Governo da República tem o dever e a obrigação de combater e, não, de fomentar”. A exclusão dos trabalhadores das empresas públicas da Madeira do alargamento previsto da ADSE, “além de injusta, acaba por defraudar uma legítima pretensão destes profissionais”.

Em causa, “estão os trabalhadores das entidades públicas de natureza empresarial da Madeira como é o caso da ARM, da APRAM e da PATRIRAM e o problema é que esta exclusão, promotora de desigualdades, vem agravar as desigualdades já existentes na rede e na cobertura da ADSE na Madeira e que o Governo da República tem de melhorar” afirmou a deputada, vincando que o PSD “não pode aceitar discriminações geográficas entre beneficiários e que aquilo que era expetável, neste momento, é que houvesse inclusão e equidade, que se melhorassem os preços e que se combatessem os atrasos nos reembolsos aos beneficiários da ADSE na Região”.

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