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Treinador do Marítimo quer criar dinâmicas de vitória mas não consegue

Foto do escritor: Henrique Correia
Henrique Correia
8 de dez. de 2022
1 min de leitura

Adepto e sócio Luís Miguel Rosa: "A importância dos jogos é criar dinâmicas de vitória", João Henriques. Pergunto: mas para isso não é preciso ganhar jogos?"




A vida não está nada fácil nem para o presidente do Marítimo Rui Fontes nem para o treinador João Henriques. Hoje, derrota em Faro frente ao Farense da II Liga e o consequente afastamento da Taça da Liga. E a gravidade é que já foi afastado da Taça de Portugal e é penúltimo classificado na I Liga. Em síntese, não ganha jogos, não faz pontos. E começa a ser difícil ver a "luz" de qualquer recuperação.

O técnico tem um discurso que não agrada aos sócios. Como não ganha, as palavras de ânimo não têm acolhimento. No final do jogo de hoje, disse: "Numa competição curta, perante os resultados da primeira jornada, as esperanças eram curtas. Não olhávamos para a classificação, olhávamos sim para o jogo, e é assim que vamos querer olhar na Liga Bwin, jogo a jogo. A importância dos jogos é criar dinâmicas de vitória".

Alguns adeptos já reagiram. E uma das figuras públicas e sócio do clube Luís Miguel Rosa, responsável pela ARAE, escreveu no Facebook: "A importância dos jogos é criar dinâmicas de vitória", João Henriques.

Pergunto: mas para isso não é preciso ganhar jogos?"


 
 
 

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