Tudo em casa no fim do ano; recolher obrigatório a partir das 23 horas do dia 31

Assembleia da República aprovou novo "estado de emergência" até 7 de janeiro. Costa anuncia Natal mais aberto e fim do ano com restrições totais "para todo o País"

O primeiro-ministro António Costa anunciou hoje que a passagem do ano, em todo o País, será de recolher obrigatório a partir das 23 horas do dia 31 de dezembro e a partir das 13 horas dos dias 1, 2 e 3 de janeiro. Disse ser para todo o País com o argumento que a medida, para ter efeito, deve ser aplicada por igual a todo o País. Não sabe se esta declaração será passada ao papel, na resolução, ou se nesta são excluídas as Regiões Autónomas da Madeira e dos Acores
António Costa fez a intervenção por videoconferência, desde São Bento, em virtude de estar em isolamento depois de ter contactado com o presidente francês Emmanuel Macron, que testou positivo para Covid-19.
Costa diz que a situação relacionada com os óbito por Covid-19 ainda é preocupante, embora com redução do número de infetados. Por isso, é preciso precauções nos festejos de Natal, masxainda assim uma maior abertura. Festa comedida, com o máximo de tempo usando máscara e com menos pessoas. Só que isso terá o outro lado, um sacrifício para o final do ano, onde haverá máxima contenção. Não há festejos a 31 de dezembro e o recolher obrigatório é às 23 horas. "Vamos cortar totalmente a partir das 23 horas e nos dias 1, 2 e 3 de janeiro, a circulação será restringida a partir das 13 horas.
"Celebremos este novo ano cada um na sua casa".



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