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Zona Marítima e GNR "ultrapassam" Assembleia Regional no protocolo

Foto do escritor: Henrique Correia
Henrique Correia
24 de jun. de 2022
1 min de leitura

Aconteceu no Dia da Guarda e nos 100 anos do Farol da Ponta do Pargo.



A presença da Assembleia Regional em diversas iniciativas públicas, mais do que alguma vez aconteceu com anteriores titulares do cargo, vem colocando algumas situações embaraçosas do ponto de vista protocolar, tanto para o Governo, que estando presentes o Representante e o presidente da ALRAM passa a terceiro lugar, como pelos vistos vem baralhando algumas estruturas, tuteladas pelo Estado, mas que devem ter presente a questão protocolar na Região.

Em dois momentos concretos, houve fhas gritantes de protocolo. Nos 100 anos do Farol da Ponta do Pargo, com a presença do Chefe de Estado Maior da Armada, Gouveia e Melo, onde a ordem dos discursos foi primeiro a Assembleia Regional, no caso a vice presidente Rubina Leal, quando deveria discursar em segundo lugar. Gouveia e Melo falou em segundo quando deveria falar em primeiro. Quem encerrou, corretamente, foi o Representante da República, que presidiu à cerimónia e manda o protocolo que feche a série de intervenções.

O segundo episódio ocorreu na cerimónia do Dia da GNR na Madeira, onde o comandante regional dirigiu-se primeiramente ao Representante da República para a Madeira, que efetivamente preside, mas depois dirige-se ao representante do comandante nacional da força policial quando deveria ter feito primeiramente em relação ao presidente da Assembleia, que protocolarmente surge como a segunda figura naquele ato, situação que terá levado a alguns comentários no sentido de questionar estas estruturas militares sobre a salvaguarda dos órgãos da Autonomia e o respetivo das normas protocolares. Fica, pois, para emenda futura.

 
 
 

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