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É preciso criar níveis de diálogo Região/República e ninguém tirar as fraldinhas

Foto do escritor: Henrique Correia
Henrique Correia
19 de abr. de 2022
1 min de leitura

Aberto João Jardim diz que as soluções devem ser emcontradas cara a cara entre Costa e Albuquerque: "Quem decide tudo é o primeiro-ministro. E o presidente do Governo Regional é o equivalente a um primeiro-ministro federal".




O antigo presidente do Governo Regional Alberto João Jardim, foi ontem à RTP Madeira dizer que as decisões pendentes e de interesse para a Região devem ser resolvidas entre o primeiro-ministro e o presidente do Governo. No seu tempo era assim, chamava a si de ministro para cima até ao Chefe de Estado, os secretários regionais ficavam com os Secretários de Estado e os diretores regionais com diretores gerais. Assim, "limpinho".

Ou seja, as grandes soluções devem ser resolvidas cara a cara entre Costa e Albuquerque. "Mas convém ter uma boa relação com os ministros. Por acaso, temos azar com o ministro das Infraestruturas que é o ministro mais à esquerdq no Governo e que já disse que devíamos adotar o socialismo real em Portugal, tipo Venezuela". O ministro das Infraestruturas é Pedro Nuno Santos.

É preciso criar níveis de diálogo com a República. E porquê? "Para ninguém tirar as fraldinhas", diz Jardim. Mais ou menos para ninguém se colocar de fora. E tem mais: "Quem decide tudo é o primeiro-ministro. E o presidente do Governo Regional é o equivalente a um primeiro-ministro federal".

Falando do Orçamento de Estado, a avaliação é a mesma do Orçamento Regional: nada de novo, apenas uma estimativa de receitas e despesas, mas onde o importante é resolver as necessidades das populações. O grande mérito dos Orçamentos é a execução, não é uma Bíblia que não se pode ajustar as rubricas".




 
 
 

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