Élvio Sousa responsabiliza Governos pelas faltas do ferry e da revisao da mobilidade

Paulo Cafôfo confronta Pedro Calado com uma entrevista em que o vice defendia limite de viagens e reembolso só fora do horário nobre.

Élvio Sousa abriu o debate potestativo sobre mobilidade, proposto pelo JPP com a presença do vice-presidente e do secretário do Turismo, enumerando "os problemas que afetam a competitividade regional como a operacionalização da lei da capotagem marítima, que está a ser negligenciado pelos sucessivos Governos, as infraestruturas portuárias, as taxas portuárias, o subsidio social de mobilidade, a promessa do ferry Madeira-Continente, os custos de transporte e das infraestruturas aeroportuárias e o Plano de Contingência efetivo, bem como a inexistência do Observatório de Informação, são esclarecimentos que o JPP pretende neste dossier".
O deputado apontou a inércia, quer do Governo Nacional, quer do Governo Regional, em resolver algumas das questões mais importantes para a população insular.
Entretanto, Paulo Cafôfo, do PS, confrontou hoje Pedro Calado com uma entrevista do vice ao JM, onde defendia a redução do teto máximo reembolsável nas viagens aéreas dos madeirenses, que estava, como ainda está, em 400 euros, mas também considerava que as viagens com reembolso deveriam incidir fora do horário nobre, obrigando os madeirenses a viajarem em horas menos procuradas.
A isto, o vice presidente respondeu com a conjuntura à época da entrevista, coincidente com uma reunião com o ministro Pedro Santos em que este manifestou precisamente todas essas alternativas como constando de um pacote de revisão do subsídio de mobilidade.



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