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Manuel António pede a demissão de Albuquerque da Mesa do Congresso do PSD

  • Foto do escritor: Henrique Correia
    Henrique Correia
  • há 2 horas
  • 2 min de leitura

"Diz-se "enganado" (Albuquerque), mas não tira mais consequências, antevendo-se que tudo continuará na mesma até ao próximo “engano”.




Não me revejo nem aceito esta rendição, porque enquanto não se recuperar deste estatuto de submissão continuaremos a ser prejudicados!


O antigo secretário regional de governos de Alberto João Jardim e opositor a Miguel Albuquerque nas últimas internas, muito disputadas, tem vindo a registar uma maior presença na opinião pública e com isso expressando uma opinião que vai no sentido de alertar para a menorização do PSD Madeira face à estrutura nacional do partido. Diz que se resume a "mero apêndice". E pede a demissão de Miguel Albuquerque, líder do PSD-M e do Governo, relativamente à Mesa do Congresso do partido.:

"No mínimo, em defesa da Madeira e sua Autonomia, o Presidente do PSD-Madeira deveria demitir-se imediatamente de Presidente da Mesa do Congresso Nacional do partido, deixando claro que os interesses da Madeira estão acima do partido e seus dirigentes e que o PSD-Madeira não aceita que brinquem com os interesses dos Madeirenses!"

Na sua página do Facebook, Manuel António escreve que "o processo do Subsídio de Mobilidade Aérea (SMA), assim como diversas outras práticas dos últimos anos, mostraram que o PSD-Madeira (PSD-M) não passa hoje de um mero apêndice do PSD-nacional e dos seus interesses.

O Psd-M submete-se aos ditames e imposições centralistas do PSD-nacional, mesmo que contrárias ao interesse regional, nomeadamente aceitando e apoiando candidatos presidenciais politicamente inelegíveis e confiando, sem assegurar garantias, nas promessas de um novo SMA. Em consequência, diz-se "enganado", mas não tira mais consequências, antevendo-se que tudo continuará na mesma até ao próximo “engano”.

O antigo governante refere que "como contrapartida da passividade e cumplicidade, a Madeira recebe do governo do PSD-nacional maus-tratos políticos e a negação dos interesses mais essenciais dos Madeirenses, como as recentes alterações ao regime do Subsidio de Mobilidade Aérea.

Quando nos prometeram mexer para resolver o seu principal constrangimento – a necessidade de mobilizar a totalidade do custo- não só não o resolveram como acrescentaram novas e ilegais exigências que penalizam os Madeirenses, depois de prometerem o céu na terra, nomeadamente pela voz do Ministro das Finanças. Má fé ou má preparação, ambas politicamente mortais se num país dotado de exigência mínima".

Para Manuel António, "o PSD-M tem sido mais solidário com o PSD nacional do que este com o PSD-M e, acima de tudo, com os Madeirenses e com a Autonomia Política da Região.

Esta situação diz mal do partido e dos dirigentes nacionais, mas também deixa a descoberto a fragilidade e irrelevância a que o PSD-M e seus dirigentes se deixaram chegar perante o partido nacional.

Como Autonomista Social Democrata, não aceito este estado de coisas, seja a menorização dos interesses dos Madeirenses seja a redução do atual PSD-Madeira a uma mera sucursal obediente e passiva do PSD-nacional, violando a sua história e, acima de tudo, os interesses dos Madeirenses e da Autonomia política , dos quais o PSD-M deveria continuar a ser o principal guardião".


 
 
 

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