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Vejam a diferença de tratamento do Representante na Madeira e nos Açores

  • Foto do escritor: Henrique Correia
    Henrique Correia
  • há 5 horas
  • 1 min de leitura


Ireneu Barreto "despede-se" com uma "mágoa" que não conseguiu esconder e diz ter dúvidas se um madeirense como Representante seria melhor para a Madeira. O importante é ter bom senso.



O Representante da República para a Madeira, natural da Ponta do Sol, disse hoje duvidar das mais valias de ser um madeirenses a exercer o cargo, como defendeu recentemente o presidente do Governo relativamente à escolha do novo titular do cargo por parte do próximo chefe de Estado. Ireneu deu o exemplo dos Açores, que nunca teve um Representante açoriano e não foi por isso que deixou de ter bons exercícios do cargo.

Ireneu Barreto não conseguiu esconder algum desalento, talvez mágoa, ao fazer comparações com o Representante nos Açores, que foi considerado personalidade do ano por parte de um jornal açoriano, enquanto na Madeira o Representante praticamente não existe para esse efeito. "Vejam a diferença de tratamento".

O Representante relevou a importância do voto nesta escolha do Presidente da República como garante da defesa dos direitos dos madeirenses relativamente à continuidade territorial, sobretudo em momentos conturbados como este.

Ireneu Barreto não dá relevância ao facto de ser este o último ato eleitoral em que exerce o dever como Representante da República, diz que é o ciclo da vida, há um começo e um fim.


 
 
 

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